A demissão de Tite após o empate contra o Vasco movimentou os bastidores do Cruzeiro de forma intensa nos últimos dias. O resultado foi considerado abaixo do esperado pela diretoria, que agiu rapidamente e passou a buscar um novo nome para o comando técnico, sendo justamente Artur Jorge, ex-Botafogo e atualmente no Al-Rayyan, o principal alvo neste momento.
No entanto, o que mais chama atenção é o impacto financeiro dessa possível troca no comando técnico. Enquanto Tite recebia cerca de R$ 2,5 milhões por mês, o novo alvo pode custar ainda mais caro ao clube mineiro.
Atualmente no Al-Rayyan, Artur Jorge recebe um salário elevado, que gira na casa de R$3,2 milhões mensais. Esse valor é considerado fora da realidade da maioria dos clubes brasileiros, o que já torna a negociação naturalmente complicada.
Outro ponto que pesa, e muito, é justamente a multa rescisória prevista em contrato. Para tirá-lo do Al-Rayyan, o Cruzeiro teria que arcar com cerca de 5 a 6 milhões de euros (entre R$ 30 a R$ 36 milhões), valor considerado alto nos bastidores.
Justamente por isso, o Cruzeiro analisa com cautela os próximos passos antes de avançar na negociação. A diretoria entende o potencial esportivo do técnico, mas também sabe que o investimento total pode ser um dos maiores do futebol brasileiro.

Mesmo assim, o nome de Artur Jorge segue forte nos bastidores, até mesmo pelo momento de instabilidade vivido por ele no Catar. Dessa forma, o clube avalia se vale a pena assumir um custo tão alto em busca de uma mudança imediata dentro de campo.
Cruzeiro tem outro nome na mira
Apesar de ter Artur Jorge como o nome mais forte para assumir o comando do time principal, outro nome também é analisado pela diretoria. Filipe Luís, recém-desligado do comando do Flamengo, também está livre no mercado e é um nome muito cotado. Apesar disso, ainda não se sabe sobre a vontade do ex-atleta de treinar outro time tão cedo aqui no Brasil.





