A análise da renda média no Brasil revela um cenário de desigualdade acentuada entre os estados. Em 2025, o Distrito Federal se destacou com um rendimento médio mensal de R$ 4.401 por pessoa, quase o dobro da média nacional, que foi de R$ 2.264.
O Maranhão, em contraste, apresenta a menor renda média do país, com apenas R$ 1.231 por pessoa. Este estado, localizado na região Nordeste, também é afetado por uma alta taxa de pobreza.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2025, realizada pelo IBGE, mostra que o Maranhão ocupa a última posição no ranking de famílias abaixo da linha da pobreza, evidenciando a vulnerabilidade econômica enfrentada por seus habitantes.
Percentual de famílias em pobreza
O Maranhão lidera o ranking negativo de pobreza, apresentando o maior percentual de domicílios com renda domiciliar per capita inferior a R$ 218 mensais, conforme os critérios definidos pelo Governo Federal. Esse dado faz parte do pilar de Sustentabilidade Social, que avalia a situação econômica das famílias.
As desigualdades regionais são notórias. Enquanto o Sul e o Centro-Oeste apresentam os menores índices de pobreza, o Nordeste, e especialmente o Maranhão, se destaca negativamente. Em 2025, a renda média domiciliar per capita no Nordeste foi de R$ 1.470, contrastando com os R$ 2.734 do Sul.
Entre 2024 e 2025, o Centro-Oeste foi a região que mais cresceu em termos de renda média, com um aumento de 11,3%. O Sul teve um crescimento modesto de 4,9%. Já o Nordeste, que inclui o Maranhão, continua a lutar contra a estagnação econômica, refletindo a urgência de intervenções eficazes para melhorar a qualidade de vida de sua população.





