Um dos assuntos de âmbito político que mais vem tendo repercussão mundial é definitivamente sobre os atritos envolvendo Estados Unidos e Venezuela. Tudo que vem acontecendo atualmente se resume principalmente por conta das maiores reservas comprovadas do mundo estarem no país sul-americana.
Os sequestros de navios petroleiros ligados ao comércio de petróleo venezuelano passaram a ser o principal foco de tensão entre os dois países. Apreensões de embarcações em águas internacionais ou próximas ao Caribe vem elevando os conflitos para além do campo diplomático e econômico.
Uma megaoperação vem sendo feita pelo governo dos EUA para cercar o país-alvo, que além de mirar o petróleo, também mira o presidente Nicolás Maduro. Como afirmou até mesmo Donald Trump, se trata da “maior Armada já reunida na história da América do Sul”, aumentando ainda mais a pressão nos venezuelanos.
A ideia com esse cerco é de que a pressão siga sendo feita até que Caracas ceda o petróleo para o país norte-americano, já que acreditam que isso deveria ter sido tomado durante uma das operações anteriores. Até o dia 10 de dezembro uma apreensão em cima de um navio petroleiro já havia sido concluída.
O tamanho da operação é tão impressionante que oito bases foram instaladas próximas à Venezuela para que o cerco dos Estados Unidos ganhasse corpo. São elas: em Bahamas, Cuba, Porto Rico, Ilhas Virgens Americanas, Honduras, Aruba, Curaçao e El Salvador.
Trump falou sobre cerco na Venezuela
Depois que o cerco foi completamente montado para dar início à forte pressão contra a Venezuela, Donald Trump se pronunciou e fez ameaças diretas contra o país sul-americano. De acordo com ele, será algo que eles nunca viram antes.
“A Venezuela está completamente cercada pela maior armada já reunida na história da América do Sul. Ela só vai crescer, e o choque para eles será como nada que já tenham visto antes — até que devolvam aos Estados Unidos da América todo o petróleo, as terras e outros ativos que anteriormente nos roubaram”, disparou.





