Ao mesmo tempo em que fez história, Michael Schumacher também fez fortuna correndo nas pistas da Fórmula 1. Assim, o heptacampeão mundial construiu um futuro confortável para a família. Um de seus filhos, no entanto, não se apoia no dinheiro do pai e prefere ele mesmo fazer seu patrimônio.
Em 2021, Mick Schumacher assinou contrato com salário de 1 milhão de euros para correr na categoria. No ano seguinte, embolsou por volta de 880 mil euros. Depois, quando passou a ser piloto reserva da Mercedes, continuou com vencimentos consideráveis até deixar a equipe, em 2024.

Além da F1, Mick também disputou provas da IndyCar Series e competiu no WEC (Mundial de Endurance). Antes de chegar às principais categorias, o filho mais novo de Schumi começou no automobilismo em 2008, ano em que foi vice-campeão alemão, europeu e mundial.
Mick tem uma irmã mais velha, Gina-Maria. Ambos são fruto do casamento entre Michael Schumacher e Corinna Betsch. É Corinna quem se responsabiliza pelos bens da família e pela vida do ex-piloto desde o grave acidente de esqui, ocorrido em 2013, que o debilitou.
Fortuna de Michael Schumacher
Conforme destacado anteriormente, Schumi fez história conquistando o campeonato mundial de F1 sete vezes ao mesmo tempo que fez fortuna. De acordo com o jornal The Mirror, o alemão tem um patrimônio avaliado em nada menos que 600 milhões de dólares (R$ 3,3 bilhões, na cotação atual).
O heptacampeão do mundo é um dos poucos atletas a superar a marca de um bilhão de dólares ganhos ao longo da carreira. Não por acaso, continua sendo o piloto mais rico da história da categoria mesmo depois de anos aposentado.
Além dos êxitos nas pistas, Schumi explorou patrocínios, o mercado de ações e investimentos imobiliários de alto valor. Uma de suas mansões, localizada na Espanha, está avaliada em cerca de R$ 197 milhões.





