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Gigante escondido no fundo do mar está liberando metano para desespero dos cientistas

Por Fagner Gregório
29/04/2026
Créditos: Unsplash

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Pesquisadores emitiram um alerta sobre um fenômeno preocupante nas profundezas do oceano, onde um depósito de hidratos de metano está liberando grandes quantidades desse gás.

Essa situação tem chamado a atenção da comunidade científica devido ao potencial impacto ambiental que pode ocorrer. Apesar da gravidade da questão, o tema ainda é pouco conhecido fora dos círculos acadêmicos.

O que são os hidratos de metano?

Os hidratos de metano são estruturas congeladas que aprisionam grandes volumes de gás no fundo do mar. A pesquisa realizada pelo GEOMAR Helmholtz Centre for Ocean Research Kiel e pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) revelou que as emissões de metano estão ocorrendo a cerca de 3.500 metros de profundidade.

Essas liberações são especialmente intensas em áreas de fraturas geológicas, onde os hidratos se tornam instáveis. As emissões de metano observadas em regiões como o Ártico, o Mar de Ross e o Pacífico Norte são até duas vezes maiores em comparação a áreas mais estáveis.

O metano é um gás de efeito estufa potente, e embora grande parte dele se dissolva na água, uma vez que atinge a atmosfera, pode acelerar o aquecimento global. Isso destaca a necessidade de monitoramento contínuo dessas áreas profundas do oceano.

Os hidratos de metano se formam quando moléculas de gás ficam aprisionadas em uma estrutura de água congelada, sob alta pressão e baixas temperaturas. Essa combinação permite que grandes quantidades de gás permaneçam armazenadas por milênios.

Alterações térmicas e movimentos tectônicos podem desestabilizar esses depósitos, resultando na liberação significativa de metano. Até mesmo pequenas variações na temperatura do fundo marinho podem influenciar o ciclo do carbono de maneira considerável.

Compreender a dinâmica dos hidratos de metano é essencial para avaliar os riscos climáticos associados e orientar políticas de exploração do fundo do mar. O conhecimento sobre esses fenômenos ainda é limitado, mas as descobertas recentes ressaltam a importância de monitorar o oceano como um sistema vivo e em constante transformação.

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Fagner Gregório

Fagner Gregório

Jornalista graduado pela SATC (Santa Catarina), atua na produção de conteúdo jornalístico para web. Tem experiência em redação de portais (4oito) e jornais, além de assessoria de comunicação.

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