O trânsito em rodovias estaduais costuma concentrar reclamações antigas de motoristas, moradores e produtores rurais. Justamente por isso, investimentos em infraestrutura viária passam a ser vistos como essenciais para o desenvolvimento local.
Diante desse cenário, o Governo Estadual do Paraná decidiu avançar com a construção de um novo trevo rodoviário. A obra, orçada em R$ 2,1 milhões, busca melhorar a fluidez do tráfego e reduzir pontos de conflito.
O projeto será implantado na PR-495, com projeto liderado pelo município de Pato Bragado, na região Oeste, e a Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná (SEIL), em um trecho considerado estratégico para a circulação diária de veículos. No entanto, a intervenção também atende a uma demanda antiga da população da região.
O novo trevo seguirá o modelo de rótula vazada, permitindo que a pista principal siga contínua pelo centro. Esse formato, justamente, contribui para diminuir retenções e tornar as conversões mais seguras.
Além do trevo, está prevista a construção de uma via marginal com mais de um quilômetro de extensão. Até mesmo acessos a propriedades rurais e áreas produtivas devem ganhar mais organização.
A obra inclui serviços completos de pavimentação, drenagem e adequação dos acostamentos existentes. No entanto, a sinalização horizontal e vertical também será reforçada ao longo de todo o trecho.
Outro ponto importante do projeto envolve a ciclovia já existente na região. A estrutura será ajustada para se integrar ao novo traçado viário, garantindo mais segurança aos ciclistas.

Segundo o governo, todo o investimento será realizado com recursos estaduais. Justamente por isso, a parceria com o município se concentra na execução e no acompanhamento técnico da obra.
Impactos imediatos
O prazo estimado para conclusão é de cerca de cinco meses após o início dos trabalhos. Até mesmo com esse período relativamente curto, o impacto esperado é duradouro.
A expectativa é que o novo trevo ajude a organizar imediatamente o fluxo de veículos e reduzir congestionamentos frequentes. No entanto, o principal benefício deve ser sentido na segurança do trânsito.





