O Brasil possui diversos programas sociais que beneficiam milhares de famílias e que se mostram de extrema importância para a vida de muitas pessoas. De olho nisso, o Governo anunciou uma novidade que promete deixar todos ainda mais felizes.
Tudo indica que o ano de 2026 marcará um dos anos em que o Governo Federal vai investir mais pesado em programas sociais. Para se ter noção, a estimativa de gastos, segundo o PLOA (projeto de lei orçamentária), ultrapassa os R$ 280 bilhões.
Esse valor exorbitante se dá pelo alto investimento principalmente BPC (Benefício de Prestação Continuada), voltado para idosos e pessoas em vulnerabilidade, e também ao Bolsa Família, um dos programas mais importantes do Brasil. A ideia é que nos programas, respectivamente, sejam investidos R$ 122 bilhões e R$ 158 bilhões.
Muito se questiona sobre as semelhanças do BPC em comparação com o programa de aposentadoria, no entanto, são bem diferentes de certa forma. Enquanto a aposentadoria necessita de contribuição prévia ao INSS, o programa social surge com o principal intuito de assegurar dignidade para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade.
Como o governo pode compensar esses gastos?
Por mais que o aumento do investimento nesses programas sociais sejam extremamente benéficos para a população, para o ponto de vista do Governo pode ser bem prejudicial de certa forma. O aumento considerável nos gastos pode representar dificuldades fiscais e até resultar no engessamento do orçamento do país.
Uma das estratégias adotadas pelo Governo Lula para contornar essa situação e ter um aumento na arrecadação é pela elevação da carga tributária. Consta-se que no ano de 2024, por exemplo, já atingiu o patamar de 32,3%, sendo o maior já registrado nos últimos 15 anos. A tendência é que um esforço ainda maior seja feito em 2026 para que as contas possam fechar.





