A definição dos potes para o sorteio da Copa do Mundo abriu espaço para projeções que já colocam o Brasil em um possível grupo da morte ao lado de Itália, Noruega e Marrocos. A combinação, que inicialmente soava distante, passou a ser tratada como cenário concreto após a confirmação das seleções distribuídas em cada pote e da possibilidade de a Itália garantir vaga por meio da repescagem europeia.
Com isso, o risco de um grupo altamente competitivo tornou-se um dos principais pontos de discussão entre torcedores e analistas. O Brasil está no Pote 1 ao lado de outras potências, como França, Inglaterra, Argentina e Alemanha. Isso impede um confronto inicial com essas seleções, mas não exclui duelos de alto nível logo na fase de grupos.
Marrocos, no Pote 2, chega com moral após a boa campanha no último Mundial e representa um adversário de forte organização. Já a Noruega, presente no Pote 3, deve ser encarada com atenção especial pelo talento de jogadores como Erling Haaland e Martin Ødegaard, que podem desequilibrar partidas decisivas.

Itália na repescagem muda o cenário do sorteio
O ponto que mais chama atenção é a presença da Itália no Pote 4, caso avance pela repescagem. Apesar de não estar entre as melhores campanhas das eliminatórias, a tetracampeã mundial mantém peso histórico e elenco capaz de competir em alto nível.
Isso faz com que qualquer grupo que a receba automaticamente eleve seu grau de dificuldade, especialmente se somado a seleções fortes de outros potes. Para entender o risco, basta observar a composição atual:
Pote 1 – Brasil, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, entre outros.
Pote 2 – Marrocos, Uruguai, Colômbia, Japão, Suíça, Senegal.
Pote 3 – Noruega, Egito, Costa do Marfim, Escócia e outros times competitivos.
Pote 4 – Vagas de repescagem, incluindo a possibilidade da Itália.





