Os elevadores são meios de locomoção presentes principalmente dentro de prédios, e geralmente, possuem dois tipos para diferentes fins. Geralmente, um é específico para serviço e o outro para ser utilizado socialmente pelos moradores e visitantes.
Por mais que seja algo que parece muito simples, até mesmo isso vem gerando certo incômodo para algumas pessoas. Isso por que muito se fala sobre uma possível discriminação que acontece ao separar os elevadores dessa forma.
O fato de funcionários serem permitidos somente a utilizar os elevadores de serviço dentro de edifícios privados pode representar um tipo de prática discriminatória. Além disso, é dito que isso faz com que o racismo institucional se faça ainda mais presente.
É justamente isso que a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) pretende combater com uma nova lei que já está em vigor por lá. O autor do texto, Manuel Rocha (União Brasil), ele explicou a ideia e defendeu que essa separação nos elevadores pode causar episódios de constrangimento.
“Esses trabalhadores, muitas vezes, são impedidos de usar o elevador social e acabam passando por constrangimentos. A lei vem para garantir respeito e igualdade de acesso a todos. Vi uma trabalhadora sendo impedida de usar o elevador social. Isso é uma forma de racismo institucional e precisa ser combatida com firmeza”, explicou.
Elevadores de serviço não devem deixar de existir
Apesar da lei já estar em vigor na Bahia, isso não faz com que os elevadores de serviço deixem de existir, mas sim sendo utilizados para os fins corretos. Eles ainda serão utilizados com sua principal finalidade, que no caso é a de transporte de cargas, volumes e materiais de obras por exemplo, ou até mesmo o de animais.





