Quem chega à cidade do Rio de Janeiro, logo de cara, se depara com uma das maravilhas do mundo: o Cristo Redentor. A construção encerrou em outubro de 1991 e, até hoje, segue como um cartão postal e figura carimbada não só para turistas como aos moradores locais.
O monumento tem em torno de 38 metros e fico no topo do Morro do Corcovado. A grandiosidade impressiona, porém, sequer faz cócegas em outra obra da engenharia. Esta, não tão bonita e nem aberta ao público, está na Rússia e existe desde 1970, quando foi utilizada para as descobertas da Guerra Fria.
Com o tempo, porém, o local deixou de ter importância e ficou abandonado. Contudo, a relevância e o legado permanecem na sociedade. O Poço Superprofundo de Kola é conhecido por ser o buraco artificial mais profundo cavado na histórica com 12.262 metros. O número representa 322 vezes a altura do Cristo Redentor.

Qual a história do maior buraco do mundo?
Em meio à uma Guerra de inteligência com os Estados Unidos da América, os pesquisadores, à época, soviéticos optaram por encontrar conhecimento sobre a Terra de uma forma singular. Escavaram constante um superpoço para colher informações sobre as profundezas do planeta e, claro, demonstrar a capacidade tecnológica.
O fim da União Soviética marcou um episódio crucial também para o buraco artificial com o tamanho de 322 Cristo Redentor. O investimento nas pesquisadores deixaram de ocorrer e o superpoço de Kola ficou abandonado, apesar de contribuições como a descoberta de água líquida em grandes profundidades.
O principal motivo foi o obstáculo natural encontrado: temperatura. Os cientistas apontaram que o calor chegava a 180°C no poço. Com isso, era impossível continuar as pesquisas, que foram interrompidas em 1992.
Por questões de segurança, o próprio poço foi permanentemente selado com uma tampa de metal soldada por volta de 2008. Hoje, infelizmente, sequer é possível ver o tamanho da circunferência, pois o superpoço, por segurança, foi tampado.





