O Brasil abriga uma verdadeira maravilha para os olhos. Localizado no extremo sul do país, mais precisamente na zona costeira e marítima do município de Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul, está o Parque Nacional Marinho do Albardão, uma joia para os olhos.
Com aproximadamente um milhão de hectares, esse é o maior parque marinho do Brasil, superando os de Abrolhos, na Bahia, e Fernando de Noronha, em Pernambuco. Suas paisagens são compostas por campos de dunas, lagoas costeiras, praia arenosa e fundos marinhos, que facilmente conquistam qualquer um.
Há dezenas de quilômetros de concheiros formados no decorrer de milhares de anos por grandes depósitos de conchas, restos de alimentos e instrumentos. Essa junção resulta em um patrimônio geológico e paleontológico de enorme valor para a comunidade científica.

É no parque marinho que aves marinhas migratórias e residentes fazem sua alimentação, reprodução e desenvolvimento. Sem contar que a área também é um reduto estratégico para o ciclo de vida de diversas espécies ameaçadas, como tubarões, raias, tartarugas marinhas, toninhas e botos-de-Lahille.
Parque marinho contribui para o setor turístico
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a unidade de conservação deve valorizar o potencial de desenvolvimento de atividades turísticas sustentáveis na região. Afinal, as paisagens e o caráter ambiental do lugar são grandes atrativos para quem vem de fora.
A fauna e a paisagem podem fazer da região do Parque Nacional do Albardão um polo para atividades como trilhas, cicloturismo, trekking e maratonas, atraindo uma rede de hotelaria sustentável nos arredores da cidade de Santa Vitória do Palmar.
O parque, vale destacar, é uma unidade de proteção integral, que admite apenas o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, que não envolve coleta, consumo, dano ou destruição.









