O cimento é com toda certeza um do materiais mais importantes para a construção civil não somente no Brasil, mas no mundo todo. A importância é tanta que o setor cimenteiro movimenta em grande escala a urbanização e até mesmo impacta o surgimento de milhares de empregos.
Apesar dessa importância que é considerável, o cimento pode acabar sendo ‘substituído’ com a popularização de outro tipo de material. A argamassa polimérica vem ganhando cada vez mais espaço, principalmente na alvenaria.
Esse crescimento desse “novo” material surge como parte da necessidade soluções mais rápidas, sustentáveis e econômicas, que tem impulsionado justamente o surgimento de novos materiais.
Estudos e experiências determinaram que essa argamassa tem a capacidade de gerar uma economia de até 30% no custo total das obras. Isso por que sua utilização representa uma redução nos materiais, um menor consumo de água e outros resíduos, além de uma maior produtividade.
Para se ter noção desse impacto, um exemplo é de que o custo para a realização de construção de 200m² de parede pode ser reduzido para cerca de R$ 6.000,00. Apenas na fase de alvenaria poderia ser feita uma economia de R$ 3000, representando uma grande diferença no custo total no fim das contas.
A redução drástica nos custos das obras é justamente o principal motivo para que a argamassa seja apontada como ‘substituta’ do cimento. A possibilidade de que mais projetos sejam levados adiante, principalmente no setor habitacional.
Cimento vai perder espaço?
Por mais que a argamassa polimérica represente riscos para o setor cimenteiro, principalmente por conta da maior economia, o cimento não deve ficar apenas observando e deverá apostar em técnicas de inovação, além de apresentar soluções mais sustentáveis para manter sua relevância no setor.





