Desde sua entrada na Organização Mundial do Comércio, em 2011, a China se consolidou como a grande parceira comercial do Brasil. Com o crescimento econômico impressionante do país, o Brasil conseguiu fortalecer vínculos com países da Europa e também os Estados Unidos.
Por mais que a China tenha influência mundial em diversos quesitos. isso não impede que outros países busquem atritos contra ela. Isso é justamente o que deve ser feito pelo México muito em breve.
Recentemente, o Ministério do Comércio da China solicitou que o governo mexicano abandonasse de vez as suas medidas protecionistas. Isso aconteceu logo depois da aprovação do Congresso Mexicano no aumento de tarifas sobre produtos importados.
Basicamente, a medida tomada pelos mexicanos impactou negativamente todos os países nos quais não possui acordo comercial, como Brasil e China. A partir de 2026 a tendência é que as tarifas subam pelo menos 35%.
O México, por sua vez, explicou a tomada de decisão e afirmou que isso foi feito com o intuito de proteger sua indústria e reduzir a dependência de importações vindas da Ásia. Mesmo com algumas mudanças que reduziram os impactos, ainda assim é alvo de críticas dos chineses.
Por fim, o país asiático confirmou que pretende que essa situação seja resolvida de forma ‘amigável’ através do diálogo. A ideia é que a boa relação entre os países siga firme e que os outros deixem de ser prejudicados por essa ‘treta’.
Quais podem ser os impactos disso na economia?
Embora a China siga sem medir esforços para resolver a situação, vale se atentar a possíveis impactos na economia. A retaliação da China, a queda no comércio bilateral, a pressão política interna no México e até mesmo as relações diplomáticas sendo afetadas são alguns exemplos.





