Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados

Nova “febre amarela” deixa de atingir só a Amazônia e assusta todo o Brasil

Por Fabio Malvezzi
26/12/2025
Créditos: Ademildo Mendes/SVSA

Créditos: Ademildo Mendes/SVSA

Os brasileiros terão de se preocupar com mais uma possível “explosão” de casos de uma doença. A febre de Oropouche é um dos grandes temores para a saúde pública do país em 2026. O vírus que causa a enfermidade estava restrito à Região Norte até 2023, porém, já se espalhou por uma série de fatores.

Entre eles, os principais são calor, umidade e desmatamento. Os pesquisadores da Universidade Estadual Júlio de Mesquita (Unesp), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Butatan publicaram um artigo no período PLOS One. A presença e proliferação do vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) se mostrou comum em áreas de temperaturas e chuvas acima da média.

Além disso, a retirada da mata nativa, especialmente na Amazônia, impede a biodiversidade e, com isso, diminui a possibilidade de predadores e competidores dos maruins, vetor da febre de Oropouche. O resultado da circulação do vírus está nos boletins da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Segundo os dados, o estado de São Paulo, por exemplo, aumentou exponencialmente o número de infectados pela febre de Oropouche. Em 2024, foram oito casos. Já neste ano, que se encerrará em uma semana, 161. O número representa quase 2.000% em relação às ocorrências no último ano.

O líder do ranking é o Espírito Santo. O estado apresentou quase metade de testes positivos no Brasil em 2024 (45,8%). O boletim estadual registrou 6,3 mil casos de febre Oropouche. O perigo do vírus OROV ainda se faz para fora do Brasil. Há relatos de casos no Panamá e no Peru.

Os sintomas da febre Oropouche são similares aos da dengue: febre de até 40°C , dores atrás dos olhos, nos músculos e nas juntas. Além disso, há náuseas, vômitos, fotofobia e irritação na pele. Na maioria dos casos, o maruim transmite a doença há algum anima que contamina o ser humano, porém, também existe a possibilidade de contágio humano-humano.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Fabio Malvezzi

Fabio Malvezzi

Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP), foi estagiário da CBN Campinas e Futebol Interior. Tem experiência como assessor de imprensa na Fibra Comunicação. É redator de notícias em geral.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

Créditos: Freepik/wirestock

As trepadeiras mais bonitas para colocar nos troncos das árvores no seu pátio

04/06/2026
Créditos: Unplash/popcornmatch

Fim dos smartphones atuais? Novo sistema custa muito menos

04/06/2026
Créditos: Freepik

Pessoas que cresceram na década de 70 na classe média tem 7 características de sobrevivência, segundo a psicologia

04/06/2026
Créditos: Shutterstock

Destino não tão famoso do Nordeste conquista visitantes virando o novo Caribe Brasileiro

04/06/2026
Créditos: Shutterstock

Motoristas acima dos 70 anos não gostaram de notícia do Detran após novidades da CNH

04/06/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades