As ferrovias desde sempre surgem como uma das estruturas mais importantes para o desenvolvimento de qualquer região do mundo. Elas permitem o transporte rápido e eficiente de pessoas e mercadorias por um “baixo custo”, além de ter um menor impacto ambiental.
Outra grande utilidade é pelo fato de que elas ajudam a integrar cidades e países, fortalecendo o comércio, reduzindo o congestionamento das estradas e também impulsionando a economia, visto que facilita o acesso a mercados, empregos e serviços. O investimento em ferrovias se torna uma estratégia fundamental a longo prazo.
É justamente pensando nisso que a China está financiando a construção de uma nova ferrovia internacional que promete um projeto gigantesco com um investimento bilionário. A ideia é de que ligará o seu território ao Quirguistão e ao Uzbequistão, em um projeto considerado um dos mais complexos da Ásia Central.
Consta-se, segundo informações, que o governo chinês ofereceu um crédito de mais de 2 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões) para a obra fosse impulsionada. Os valores totais se tornam bem maiores, tendo em vista o acordo entre os três países envolvidos que pode chegar a 5 bilhões de dólares.
A ideia é que esse novo corredor ferroviário tenha 120 km de extensão entre áreas montanhosas, com impressionantes 50 pontes e 29 túneis. Como se trata de um projeto desafiador por conta da geografia acidentada na região, o projeto exigirá ainda mais esforços da engenharia.
Quais os benefícios dessa nova ferrovia para os países envolvidos?
O principal benefício com a construção dessa nova ferrovia fia por conta de que vai permitir que a economia seja drasticamente impulsionada na Ásia Central. A criação de novas rotas de transportes vão reduzir as distâncias para mercados mais amplos, o que vai favorecer muito o comércio.





