Desta vez, não deu para o Brasil na lista da Condé Nast Traveler. A revista que anualmente revela as sete maravilhas do mundo para os leitores e turistas de todo o mundo não colocou um lugar sequer do nosso país, apesar das inúmeras riquezas pela extensão territorial.
A Condé Nast Traveler, ao definir a lista, apostou em uma nova interpretação do conceito de “maravilha”. Na publicação oficial, a revista abre a seleção com: “De majestosos parques nacionais a cidades histórias e ilhas atlânticas, cada um está pronto para tirar o seu fôlego desde o momento da chegada.”
Assim, os curadores se afastam da sugestão de monumentos clássicos e optam por uma admiração de paisagens naturais que reforçam a riqueza cultural. As maravilhas do mundo, no entanto, não apresentam tamanha similaridade entre si. Cada uma das sete é singular e, com certeza, precisa aparecer na sua lista de viagens.

Quais são as sete maravilhas do mundo?
De acordo com a Condé Nast Traveler, as sete maravilhas do mundo de 2026 são: Parque Nacional El Imposible, em El Salvador; Matera, na Itália; Parque Nacional de Banff, no Canadá; Djemila, na Argélia; Ilhas Faroé, na Europa; Bradford Pennines Gateway, no Reino Unido; e Parque Nacional Richtersveld, na África do Sul.
A revista não realizou uma votação de abertura global para chegar ao resultado. Pelo contrário, contou com uma seleção restrita dos próprios editores. Com isso, é possível que os gostos, em relação aos próprios brasileiros e brasileiras, sejam diferentes. Alguém pode preferir visitar o Cristo Redentor ou as belas praias do Rio de Janeiro, ao invés de conhecer o clima árido e as pinturas rupestres ancestrais de um parque na África do Sul.





