O Exército dos Estados Unidos é definitivamente uma das principais forças armadas do mundo todo. O que impressiona é que até mesmo eles tem que lidar com algumas proibições que os impedem de ter resultados ainda melhores em treinamentos de guerras.
Há algum tempo, os EUA deixaram de usar uma tática tradicional de treinamento que envolvia atirar em animais vivos para preparar médicos de combate para ferimentos em guerra. A mudança decorre de uma lei aprovada em dezembro de 2025 e que entrou em vigor neste ano.
A proibição surge de acordo com a Lei de Autorização de Defesa Nacional de 2026, que proíbe o uso de animais vivos, tais como porcos, cabras, cães, gatos, primatas e outros mamíferos em exercícios de treinamento com munição real. Isso acontece como parte da definição do Departamento de Defesa.
Os militares responsáveis por essas ações disparavam contra esses animais para feri-los e dar aos médicos experiência prática no tratamento de ferimentos de batalha. Grande parte das críticas defendiam justamente que existiam outras práticas que eram mais seguras e recomendáveis para esse treinamento.
A principal recomendação com essa nova regra é de que o governo substitua esse treinamento com animais por simuladores avançados, manequins, cadáveres. Até mesmo atores podem ser usados quando necessário para preparar os profissionais de saúde militar.
Animais ainda podem ser usados em treinamentos militares
Apesar da proibição dos disparos, outras formas de treino com animais ainda podem acontecer. Segundo explicações de autoridades ligadas ao projeto, procedimentos como esfaqueamentos, queimaduras ou uso de instrumentos contundentes poderão permanecer, desde que não envolvam munição real assim como vinha acontecendo até que a proibição fosse imposta.





