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Novo sensor que detecta substância cancerígena nas bebidas acaba de ser criado

Por Redação
01/11/2025
Créditos: Freepik/kstudio

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma ferramenta revolucionária para proteger consumidores de substâncias perigosas em líquidos comuns.

Esse avanço tecnológico promete transformar a vigilância sanitária, especialmente em um país como o Brasil, onde a qualidade de alimentos e bebidas é prioridade.

Créditos: Foto de Jonathan Kemper na Unsplash

O Perigo Escondido no Nitrito de Sódio

O nitrito de sódio, um sal inorgânico usado em carnes processadas como conservante e corante, pode ser prejudicial em excesso. Ele contribui para a formação de nitrosaminas, compostos associados ao câncer.

Embora proibido em bebidas no Brasil e em muitos países, sua detecção precisa é desafiadora, motivando a criação de métodos eficazes para garantir a segurança alimentar.

Sensor Sustentável Baseado em Cortiça

A equipe da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), liderada por Bruno Campos Janegitz, criou um sensor inovador usando cortiça, material natural e abundante.

Marcas feitas com laser transformam a cortiça em grafeno, uma forma condutora de carbono. Esse processo sustentável evita reagentes tóxicos e resulta em um material altamente sensível à oxidação do nitrito.

Processo de Fabricação e Testes

Após a modificação a laser, aplica-se um spray impermeável e uma camada de esmalte para delimitar a área. O sensor é seco em forno a 40°C por 30 minutos.

Testes com amostras de água, suco de laranja e vinho diluídas em eletrólito mostraram desempenho excepcional: alta sensibilidade e estabilidade, detectando concentrações críticas para saúde.

Benefícios e Aplicações Práticas

Essa tecnologia é simples, rápida e de baixo custo, ideal para laboratórios e indústrias. Ela atende à demanda por controle de qualidade em vinhos e outras bebidas, prevenindo riscos à saúde pública. O projeto, apoiado pela FAPESP, valoriza materiais ecológicos, alinhando-se a práticas sustentáveis.

O estudo, publicado em Microchimica Acta, contou com alunos bolsistas da FAPESP, como a mestranda Beatriz Germinare. Ainda em validação, o sensor precisa de ajustes para uso cotidiano, mas já representa um marco na nanomedicina e sensores.

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