Clientes do Nubank passaram a enfrentar uma mudança relevante em 2026. O banco digital consolidou a cobrança de tarifa para saques em dinheiro nos caixas eletrônicos conveniados.
A medida atinge quem utiliza o cartão da conta no débito para retirar valores em redes como Banco24Horas e Saque e Pague. Cada operação agora gera um custo fixo, sem franquia mensal gratuita.
O valor estipulado é de R$ 6,50 por saque realizado. A cobrança ocorre individualmente por transação, independentemente do montante retirado pelo cliente.

Tarifa é repasse de custos operacionais
De acordo com o posicionamento da instituição, a taxa não configura nova fonte de receita. O montante serviria para compensar despesas operacionais e encargos tributários relacionados ao uso de infraestrutura de terceiros.
Como o Nubank não possui rede própria de caixas eletrônicos, depende de parceiros para viabilizar o serviço. Isso implica pagamento pelo acesso às máquinas e pela liquidação das operações.
Além da tarifa principal, pode haver custo adicional em determinadas situações. Algumas administradoras de terminais aplicam taxa de conveniência própria, informada ao usuário antes da confirmação do saque.
Mudança reflete digitalização do sistema financeiro
A revisão das condições acompanha uma tendência mais ampla do setor bancário. Instituições tradicionais e fintechs vêm desestimulando o uso de dinheiro físico em favor de meios eletrônicos.
Ferramentas como o Pix ganharam protagonismo nesse contexto. Modalidades como Pix Saque e Pix Troco permitem acesso a dinheiro em espécie diretamente em estabelecimentos comerciais.
Para quem ainda depende de cédulas no dia a dia, o impacto financeiro pode ser relevante. Clientes que realizam retiradas frequentes precisam considerar o custo acumulado e avaliar alternativas mais econômicas.




