A carne brasileira voltou a ganhar destaque no cenário internacional após levantamento da ONU apontar o produto como o mais competitivo do mundo. O estudo reforça a força do agronegócio nacional e mostra como o país se consolidou entre os principais exportadores globais de proteínas.
De acordo com dados divulgados pela ONU e analisados por centros econômicos internacionais, a carne suína brasileira apresentou o menor preço médio por quilo exportado em 2025. Justamente esse fator colocou o Brasil à frente de concorrentes tradicionais como Estados Unidos e países da União Europeia.
O levantamento considera o valor em dólar pago por tonelada no mercado internacional, indicador usado para medir competitividade global. No entanto, mesmo com preços mais baixos, o produto brasileiro manteve padrões sanitários e qualidade exigidos pelos grandes mercados.
No ranking mundial, o Brasil aparece entre os maiores exportadores de carne suína em volume total. Até mesmo sem liderar em quantidade absoluta, o país se destacou por oferecer o melhor custo-benefício ao comprador internacional.
Especialistas explicam que o resultado está ligado ao custo de produção mais baixo no país. Justamente fatores como clima favorável, escala produtiva e acesso a grãos ajudam a manter preços mais competitivos.

Outro ponto destacado é a eficiência da cadeia produtiva brasileira, que integra produtores, indústria e logística. No entanto, oscilações no mercado interno também influenciaram os preços, com quedas registradas no início de 2026.
Exportação da carne suína do Brasil deve seguir em alta
Apesar disso, a competitividade externa ajudou a sustentar as exportações brasileiras. Até mesmo em períodos de pressão interna, a demanda internacional seguiu aquecida para a carne suína nacional.
O cenário reforça a importância do Brasil como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo. Justamente por isso, o país amplia sua presença em mercados da Ásia, América Latina e Oriente Médio.









