Uma das referências do jornalismo automobilístico brasileiro, Reginaldo Leme trocou de função na televisão. Figura carimbada nas transmissões da Fórmula 1 durante décadas, o jornalista trocou a categoria e fez sua estreia nos comentários da Fórmula Indy.
A categoria retornou à tela da Band no último domingo (1), com a transmissão do Grande Prêmio de St. Petersburg, na Flórida. O tradicional circuito combina ruas da cidade e trechos do Aeroporto Albert Whitted e marca a abertura da principal competição de monopostos dos Estados Unidos.

O calendário deste ano contará com uma maratona de quatro finais de semana consecutivos de ação na pista já em março. Ao todo, o campeonato terá 17 etapas, percorrendo todo o território estadunidense e o Canadá. A novidade será o GP de Markham, em Ontário, que substitui o de Toronto.
O encerramento da temporada está previsto para o dia 6 de setembro, no desafiador traçado do WeatherTech Raceway Laguna Seca, na Califórnia. A Bandeirantes promoverá uma ampla cobertura do certame do início ao fim, com seus programas de em rede aberta e plataformas digitais.
Além de Leme, a equipe da emissora paulista conta com os comentários de Tiago Mendonça, as reportagens de Thiago Fagnani e a narração de Geferson Kern. Se junta ao quarteto de especialistas, completando o time, o piloto Max Wilson.
Reginaldo Leme fez história na F1
Leme fez história ao longo de décadas no jornalismo esportivo. Especialmente nas transmissões da Fórmula 1, seja reportando ou comentando. Foram anos de trabalho na Globo e, mais recentemente, um período na Band em atividade na categoria.
Um dos capítulos mais importantes de sua trajetória foi ter reportado em primeira mão um dos maiores escândalos da história da F1, o Crashgate. Ocorrido em 2008, o caso foi marcado por uma batida proposital de Nelsinho Piquet para favorecer o companheiro de equipe na época, Fernando Alonso.





