O fim do mundo pode parecer uma realidade muito distante. Filmes e outras produções artísticas tentaram prever o apocalipse, porém, nenhum se comprovou. Diferentemente dessas obras, porém, existe um trabalho de cientistas que, provavelmente, passam maior credibilidade em relação a auto aniquilação. Trata-se do relógio do Juízo Final.
É uma ideia criada em 1947, logo após o término da Segunda Guerra Mundial, para indicar o quão próxima a humanidade estaria da auto aniquilação. Na primeira oportunidade, o ponteiro indicou sete minutos para a meia-noite – que representa o fim da humanidade.
Com o passar do tempo, a contagem regressiva, atualizada todos anos, variou com altas e baixas. A definição ocorre a partir de projeções e previsões de junta da ciência e segurança do Boletim dos Cientistas Atômicos. A “cúpula” conta com participantes que já venceram 11 prêmios Nobel.

Juízo Final aponta menor tempo para a “meia-noite”
Ao término de janeiro, o Boletim atualizou o relógio e a sociedade mundial precisa ficar em alerta. De acordo com os pesquisadores, a humanidade tem 1 minuto e 25 segundos antes da auto aniquilação. A presidente do Boletim, Alexandra Bell, disse: “Estamos ficando sem tempo. É uma verdade difícil, mas essa é a nossa realidade.”
O ponto alarmante estabelecido pelos especialistas se deve a uma conjunção de fatores que, aparentemente, nunca apareceu na Terra anteriormente. Para começar, a presença de um Donald Trump combatente nos Estados Unidos da América com direito a bombardeio no Irã, nos oceanos e a captura do ditador da Colômbia, Nicolás Maduro.
Os sinais continuam com o posicionamento agressivo de outras duas potências nucleares mundiais: China e Rússia. O clima de tensão domina o ar nesses países e, com isso, aumenta a possibilidade de um desastre global com guerras sem precedentes. Além disso, o Boletim coloca o avanço e desenvolvimento da Inteligência Artificial como fator.





