O programa Bolsa Família, em 2026, introduzirá um adicional de R$ 150 destinado a famílias que atendem às condições do Benefício Primeira Infância. Este valor se soma ao benefício básico de R$ 600 por núcleo familiar e é voltado para famílias em situação de vulnerabilidade social que possuem crianças de até seis anos incompletos.
O objetivo é estimular o cumprimento de exigências nas áreas de saúde e educação. Para receber o adicional, a família precisa estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico) e ter pelo menos uma criança de zero a seis anos registrada na composição familiar.
Também é obrigatório manter o calendário nacional de vacinação atualizado e realizar o acompanhamento nutricional de crianças menores de sete anos. No caso de gestantes, é exigida a realização regular do pré-natal.
Outra regra determina que crianças e adolescentes de 4 a 17 anos cumpram a frequência escolar mínima estabelecida. O descumprimento das exigências pode resultar em bloqueio ou suspensão do pagamento. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social reforça que o acompanhamento de saúde e educação é condição essencial para a continuidade do benefício.

Valores cumulativos e critérios
Os adicionais do programa são cumulativos, desde que cada integrante da família atenda aos critérios. Além dos R$ 150 por criança de até seis anos, há um valor extra de R$ 50 por integrante entre 7 e 18 anos, além de R$ 50 para gestantes e nutrizes.
Também é previsto um benefício de R$ 50 para bebês de até sete meses. A estrutura busca ampliar a proteção social e estimular o desenvolvimento infantil, vinculando a transferência de renda ao cumprimento de compromissos nas áreas de saúde e educação.





