Aliado dos Estados Unidos, Israel está medindo forças com o Irã. Mas o esforço do país para se manter no conflito não é apenas bélico. Todos os movimentos neste sentido exigem financeiramente do governo israelense. E estamos falando de bilhões de dólares.
De acordo com o Ministério de Finanças, por meio da agência de notícias internacionais Reuters, a guerra deve custar quase 3 bilhões de dólares por semana para a economia de Israel. A estimativa leva em conta, principalmente, a forte paralisação de atividades diante do agravamento do conflito.

Para ser mais preciso, os cálculos do governo israelense são de 9 bilhões de shekels, quantia que está estimada em 2,93 bilhões de dólares. Trazendo para o real na cotação atual, é o mesmo que 15,3 bilhões de reais. Ou seja, é uma grana considerável.
Outro fator citado pelas autoridades israelenses é a convocação de forças da reserva, uma vez que mais deslocamentos geram mais custos. Vale destacar, também, que a pasta pediu para que o alerta vermelho em vigor atualmente passe para o laranja, o que garantiria o retorno à normalidade por parte da população.
Neste caso, o custo estimado é de 4,3 bilhões de shekels ou 1,4 bilhão de dólares (por volta de 7,3 bilhões de reais). Em suma, essas são as cifras envolvidas em uma guerra dessa dimensão, que engloba não só armamentos e equipamentos, mas também uma série de outras questões.
Israel está ao lado dos Estados Unidos
Em ataques coordenados com os EUA, Israel deu início ao conflito contra o Irã no último sábado, dia 27 de fevereiro. Desde então, não só Teerã, mas também outras cidades da República Islâmica estão sendo bombardeadas. Os iranianos contra-atacam.
Até aqui, estima-se que mais de mil pessoas já morreram nos bombardeios israelenses e estadunidenses.. Entre as vítimas está o líder supremo do islã, Ali Khamenei.





