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Sem esse novo documento beneficiários perderão acesso ao INSS

Por Redação
08/12/2025
Créditos: Reprodução/Freepik

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O INSS anunciou uma mudança importante: a partir de 2028, só a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) será aceita como documento com biometria para pedir ou manter aposentadorias e pensões. A medida faz parte de um processo de padronização para evitar fraudes. Quem não se ade­quar pode ter dificuldades no futuro.

Desde 21 de novembro deste ano, quem faz um pedido de benefício já precisa ter biometria cadastrada. Por enquanto, o INSS aceita a biometria da CIN, da CNH ou do Título de Eleitor. Mas isso vai mudar nos próximos anos.

A partir de 1º de maio de 2026, quem não tiver biometria em nenhum desses documentos precisará emitir a nova CIN. Isso vale para pedidos de aposentadoria, pensão ou qualquer outro benefício do INSS. Para quem já tem biometria registrada, nada muda até o momento.

Datas importantes e quem precisa atualizar

Em 21 de novembro de 2025, começa a primeira fase da mudança: qualquer novo pedido de benefício exigirá biometria. Serão aceitas as biometrias da CIN, CNH ou Título de Eleitor. É uma etapa de adaptação antes da exigência final.

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Já em 1º de janeiro de 2028, a regra será definitiva: apenas a CIN será válida como documento com biometria. O objetivo é unificar e simplificar a identificação dos beneficiários. Assim, todo o sistema passa a usar um único padrão de segurança.

Quem já recebe algum benefício não terá bloqueios automáticos. Caso seja necessário atualizar a biometria, o INSS vai avisar com antecedência. Ninguém será pego de surpresa — a orientação chegará individualmente.

Até 30 de abril de 2026, alguns benefícios continuam sendo concedidos sem biometria: salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária e pensão por morte. Depois disso, entram na regra geral.

Alguns grupos não precisam fazer biometria: pessoas com mais de 80 anos, cidadãos com dificuldade de locomoção comprovada, moradores de áreas de difícil acesso, migrantes, refugiados, apátridas e brasileiros que vivem no exterior. Essas exceções foram criadas para evitar prejuízo a quem enfrenta limitações.

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Informações direto da redação de variedades do Diário da Região.

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