O setor mineral do Rio Grande do Norte tem ganhado força nos últimos anos, movimentando milhões e criando oportunidades. Só no último ano, essa área reuniu cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos em todo o estado. Os investimentos e novas pesquisas têm sido fundamentais para esse avanço.
Um dos principais projetos em andamento é o da Fomento do Brasil, que está focado na pesquisa de ferro. A previsão é que a fase de lavra e extração comece em 2027. Além disso, a empresa Aura Minerals já opera na extração de ouro em Currais Novos, impulsionando ainda mais o setor.
A atualização do mapa de recursos minerais também ajudou a chamar a atenção de novas empresas. O último levantamento, feito em 2006, registrava cerca de mil substâncias catalogadas. Com o novo mapeamento, esse número subiu para mais de 3 mil ocorrências no território potiguar.
Crescimento e geração de empregos
Essas informações atualizadas tornam o estado mais atrativo para investimentos, já que revelam áreas com grande potencial mineral. Com isso, mais empresas passam a considerar o RN como destino para pesquisas e operações. Quanto maior o conhecimento geológico, melhor a tomada de decisões sobre investimentos futuros.
Hoje, o setor mineral emprega mais de 10 mil pessoas diretamente no RN. E, como cada função direta gera pelo menos três indiretas, o total chega a cerca de 40 mil trabalhadores. Antes das políticas de incentivo, como o PROEDI, esse número não passava de 5 mil.
O crescimento não está apenas nos empregos, mas também na produção. Em 2019, o valor total produzido pelo setor foi de R$ 260 milhões. Em 2024, esse número quase alcançou R$ 600 milhões, mostrando um avanço expressivo em poucos anos.
Esse cenário demonstra como o Rio Grande do Norte tem ampliado sua relevância na mineração nacional. Com novos estudos, investimentos e tecnologia, o estado segue expandindo suas oportunidades. A tendência é que esse crescimento continue, trazendo mais desenvolvimento e renda para a população.





