Uma alternativa ao combustível tradicional de navios foi desenvolvida por cientistas da Universidade de Engenharia Química do Leste da China, em Xangai. Trata-se de um método que transforma resíduos alimentares em combustível limpo e reduz os custos de produção de combustível em mais de 30%.
Especialistas da área acreditam que o método inovador preenche uma lacuna tecnológica e, ao mesmo tempo, cria uma base para a transição em direção a uma economia mais sustentável. O metanol ecológico, que tem baixa pegada de carbono e flexibilidade de uso, é apontado como substituto ideal do óleo pesado.

O setor marítimo tem aumentado a busca por combustíveis sustentáveis, tendo em vista a meta de zerar as emissões até 2050. Não por acaso, a engenharia química está pesquisando soluções como a produção de combustíveis a partir de resíduos orgânicos.
Assim como a China, os outros integrantes do BRICS também estão fazendo progressos significativos neste sentido. Rússia, Índia e até o próprio Brasil têm explorado fontes de energia alternativas e ampliando o uso de biocombustíveis. Algo que deve se tornar ainda mais comum daqui em diante.
Brasil investe em energia sustentável
A exemplo dos outros parceiros econômicos, o Brasil tem trabalhado para deixar as antigas práticas para trás e caminhar em direção a um mundo mais verde. O país tem aumentado a eficiência da conversão de resíduos em energia térmica, reduzindo as emissões de dióxido de carbono.
Recentemente, um fabricante de cimento investiu em uma iniciativa de uso de pneus e resíduos urbanos para a produção de energia térmica e elétrica. O método permite que a empresa descarte por volta de mil toneladas de resíduos por dia.





