Recentemente, o tio de Suzane Richthofen, Miguel Abdalla Neto, faleceu em sua residência, na zona sul de São Paulo. Como não era casado, não tinha filhos, pais ou irmãos vivos, deixou em aberto uma fortuna estimada em nada menos que R$ 5 milhões.
O médico de 76 anos de idade deixou uma casa e um apartamento no Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista. Estima-se que a soma de todos os bens resulte no patrimônio milionário, que, pelo menos por enquanto, segue com destino incerto.

Em teoria, Suzane e Andreas von Richthofen, seus sobrinhos, seriam seus únicos parentes vivos e, consequentemente, se tornaram inventariantes. Mas Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, também alega ser parente – a polícia pediu a ela uma prova formal do grau de parentesco.
Na conversa que teve com a polícia, Suzane afirmou ser a única parente consanguínea próxima do médico e, com esse argumento, tentou formalizar a liberação do corpo para sepultamento – o que lhe abriria o caminho para a fortuna. Os investigadores, no entanto, não atenderam ao pedido.
Suzane cumpre pena em liberdade
Em 2006, Suzane von Richthofen foi condenada a 39 anos e 6 meses de prisão por duplo homicídio triplamente qualificado. Quatro anos antes, ela mandou matar os próprios pais com a ajuda do namorado, Daniel Cravinhos, e do cunhado, Cristian Cravinhos.
Desde janeiro de 2023, Suzane cumpre pena em regime aberto. Recentemente, voltou a estar em voga na mídia por conta da série ‘Tremembé’, do Prime Vídeo.




