O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é definitivamente uma das figuras mais polêmicas do cenário político global. Suas declarações e atitudes constantemente acabam gerando diversos ‘inimigos’ e outros atritos vindos de outros cantos do mundo.
Apesar disso, ainda existem diversos países que são apontados como seus aliados, e um deles, em específico, é tido como um verdadeiro “xodó” para o mandatário norte-americano. Por fatores econômicos, estratégicos e históricos, o Panamá é com certeza um grande aliado dos EUA.
O Panamá, que por sinal, vive um grande momento desde que voltou a apresentar resultados econômicos expressivos em 2025. Isso foi consideravelmente impulsionado por conta da recuperação do Canal do Panamá.
Vale lembrar que no ano de 2024 uma série de dificuldades foram enfrentadas por conta da seca que afetou severamente as operações da hidrovia. Depois da normalização dos níveis de água e o aumento do tráfego de embarcações, a situação mudou drasticamente.
Para se ter noção de como o “jogo virou” para o Panamá, somente no ano de 2025 a receita do canal atingiu impressionantes 5,7 bilhões de dólares (R$ 30,7 bilhões). O desempenho representa uma retomada relevante da capacidade operacional e da arrecadação, consolidando o papel do canal como principal motor econômico do país.
Por conta desses resultados positivos, a Administração do Canal do Panamá (ACP) transferiu cerca de 2,965 bilhões de dólares direcionados ao Tesouro Nacional. O valor é referente ao excedente das receitas operacionais, taxas de trânsito e pagamentos relacionados a serviços públicos prestados pelo Estado.
O que fez com que o Panamá ‘voltasse ao normal’?
A retomada por parte do Panamá depois das dificuldades apresentadas em 2024 é definitivamente impressionante, mas pode ser facilmente explicada. A recuperação dos níveis de água após a seca de 2024 e pelo aumento do tráfego de navios no Canal permitiu com que as operações fossem retomadas com normalidade.





